Cigarro Eletrônico: Médicos alertam o uso, projeto de lei é negado e doenças crescem a cada dia. Confira!

O uso de cigarros eletrônicos vem aumentando a cada dia, mas com eles, as doenças também. Hoje a comercialização está proibida, e seguirá dessa forma até segunda ordem, pois um projeto de lei que visava a liberação desses cigarros foi negado.

Apesar da proibição, o percentual da galera que usa vem aumentando significativamente no país, como mostram os resultados de algumas pesquisas. O problema disso tudo é que a maioria contém nicotina e nós sabemos o estrago que ela pode causar no ser humano, né?

Nos cigarros eletrônicos, ela se apresenta sob a forma líquida, com aromatizantes e substâncias destinadas a produzir um vapor mais suave para facilitar a tragada e a absorção pelo trato respiratório. Então a gente nem percebe!

Para quem não conhece, ele vem em forma de pendrive e com USB. E você sabia que vaporizar apenas um pendrive equivale a fumar 20 cigarros (1 maço)? Pesado, né? O aroma, o gosto, enfim… Tudo favorece pra pessoa que está usando nem perceber o mal que está fazendo a si mesma.

Além de tudo isso, os pods também contém uma mistura de manipulados e preenchidos com outras substâncias como o tetrahidrocanabinol (THC) – principal substância psicoativa da maconha.

Então fica bem ligadinho, não é a toa que o projeto de lei para a liberação da venda desses dispositivos foi negado. Afinal, não faz bem a ninguém, né? Tudo para mudar esse cenário cruel e inexorável de adoecimento, sequelas e mortes causado pelo tabaco, nas suas mais diversas formas e disfarces para consumo.

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