Quem não adora ler um livro e imaginar como seria? Pois é! A 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, foi realizada em clima festivo e levou otimismo aos corredores do Expo Center Norte, que ocorreu no período de 2 a 10 de julho. A edição foi considerada a “Bienal das Bienais”, com grau de satisfação de 90,3% e atraiu 660 mil visitantes, 10% superior ao público da edição de 2018.
Segundo pesquisa realizada pela SMTur Secretaria Municipal de Turismo, através do Observatório do Turismo, da São Paulo Turismo (SPturis), o ticket-médio foi de R$ 226,94: um aumento de 40%.
Foram realizadas ações como cashback (no valor pago pelo ingresso) e vale-livro (voucher individual de R$ 60, distribuído a alunos e educadores da rede paulistana de ensino), destinados à aquisição de livros direto com as editoras, no valor de R$ 7,2 milhões, durante os nove dias da Bienal. E não faltou a diversidade em gêneros literários, para todos os gostos e bolsos, conferidos num conjunto de 300 autores nacionais e 30 internacionais.
A demanda foi de 7 livros por pessoa, o que dimensiona o poder de compra do visitante e disposição para adquirir os livros direto no caixa do expositor. O conceito de livraria como ponto de encontro dos amantes dos livros, local apropriado para vivenciar a experiência com as obras e adquirir exemplares foi reforçado no evento. Ao todo 182 expositores, que disponibilizaram cerca de 500 selos editoriais, numa prateleira completa e diversificada em gêneros literários, somando 3 milhões de livros.
O Expo Center Norte recebeu a aprovação de 69,3% e índice de satisfação dos expositores se situou em 87%, que supera em 25% o grau de aceitação plena da edição de 2018. Inserir o evento, cada vez mais, na rota das grandes feiras literárias internacionais, foi outro passo largo dado com a edição de 2022. A aproximação com Portugal – convidado de honra – marcou as comemorações do Bicentenário da Independência do Brasil mas também estreitou os laços e abriu caminho para novos acordos bilaterais no segmento editorial.
Essa edição foi um arraso, não é mesmo?
Mal podemos esperar pela próxima!