Vela jovem tem atletas definidos para o Mundial 2023

A Seleção Brasileira de Vela Jovem foi convocada oficialmente para a disputa da 52ª edição do Mundial da Juventude, que será realizado entre de 8 a 16 de dezembro de 2023, em Búzios (RJ).

Serão 14 atletas de até 19 anos na disputa por medalhas na raia brasileira. Seis estados brasileiros terão representantes com Distrito Federal, Pernambuco, Santa Catarina, Maranhão, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul.

A base da equipe é a mesma que disputou a última edição em Haia, na Holanda, em 2022. O grupo é formado por velejadores que conquistaram resultados expressivos no cenário internacional mesmo com pouca idade.

O grupo conta com oito mulheres e seis homens em todas as classes do campeonato, que se assemelham às das Olimpíadas. Na 420 Open, a dupla mista Lucas Freitas e Victoria Back confirmou a vaga, assim como Joana Gonçalves e Gabriela Vassel na versão 100% feminina.

Na 29er, Guilherme Menezes e Fernando Menezes e Clara Meyer Cardoso e Lívia Valduga Nogueira repetem as duplas da edição anterior. Na ILCA 6, Felipe Fraquelli será o representante no masculino e a caçula da seleção, Valentina Roma, vai no feminino

Na Nacra 15, o campeão mundial de Optimist de 2021, Alex Kuhl, se junta a Alexia Buuck no catamarã. Nas novas modalidades olímpicas, Lucas Fonseca será um dos destaques no Kite e Sofía Rocha representa o Time Brasil no feminino.

O chefe da equipe será Juan Sienra, que terá ao seu lado os treinadores Rodrigo Amado, Ricardo Paranhos e Maria Hackerott.

”Nossa equipe conta com jovens talentosos e com muita vontade de seguir no esporte defendendo as cores do Brasil. Temos condições de treinamento, treinadores qualificados e muita habilidade em cada uma das classes”.

”O Mundial da Juventude de Vela representa uma competição de destaque, unindo jovens talentosos de todo o mundo. Destaco a oportunidade única para esses velejadores demonstrarem seu potencial, aprenderem e estabelecerem conexões com praticantes de vela de diversas nações”, contou Marco Aurélio de Sá Ribeiro, presidente da CBVela.

O Brasil soma ao todo 16 medalhas na história do Mundial da Juventude. A primeira medalha foi obtida por Robert Scheidt na classe Laser em Largs, na Escócia, em 1991.

No mesmo período, as bicampeãs olímpicas Martine Grael e Kahena Kunze farão treinamento na raia de Búzios (RJ) visando Paris 2024. Em 2009, as duas iniciaram a trajetória histórica na vela vencendo o Mundial da Juventude, também realizado no litoral fluminense, só que na classe 420.

O Campeonato Mundial da Juventude ocorre anualmente e tem a chancela da World Sailing. Em 2023 estão confirmados mais de 450 velejadores de 61 países. A abertura do evento com o tradicional desfile das tripulações será em 9 de dezembro e as regatas de 11 a 15.

Equipe Brasileira de Vela Jovem

420 Open: Lucas Freitas e Victoria Back
420 feminino: Joana Gonçalves e Gabriela Vassel
29er masculino: Guilherme Menezes e Fernando Menezes
29er feminino: Clara Meyer Cardoso e Lívia Valduga Nogueira
Nacra 15: Alex Kuhl e Alexia Buuck
ILCA 6 masculino: Felipe Fraquelli
ILCA 6 feminino: Valentina Roma
Kitesurf masculino: Lucas Fonseca
iQFoil feminino: Sofia Rocha

A Energisa é a patrocinadora oficial da Equipe Brasileira de Vela Jovem na disputa do Mundial da Juventude de Búzios 2023 por meio da Secretaria de Esporte e Lazer – Governo do Estado do Rio de Janeiro.

Apoio à vela Jovem

A vela brasileira tem como destaque o Núcleo de Base do programa da Confederação Brasileira de Vela – CBVela junto ao Ministério do Esporte pelo Convênio 920223/2022.

O projeto ajuda no fomento à modalidade desde o ano passado. Sede da Rio 2016 e de outros grandes eventos da vela, a Marina da Glória, na capital fluminense, recebe adolescentes entre 13 e 17 anos para treinos visando eventos nacionais e internacionais da Vela Jovem. Outros campings de treinamento foram realizados no Clube Naval Charitas, em Niterói (RJ).

O trabalho leva jovens atletas a se aperfeiçoarem na modalidade, com o propósito de levá-los ao alto rendimento, incluindo participações em classes olímpicas e pan-americanas.

Foto: Caio Souza | On Board

 

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