Durante o Mr. Olympia Brasil 2025, batemos um papo direto e sem filtro com o empresário e profissional de educação física Keko Rödrigues, que abriu o jogo sobre um tema que tá tirando o sono de muito líder: como lidar com a Geração Z no mercado de trabalho. E, olha… a real é que antes de culpar a Gen Z por “desmotivação”, “falta de foco” ou “espírito livre demais”, tem muito gestor cometendo erros básicos — e repetindo padrões que afundam empresas no Brasil todos os anos.
Spoiler: gestão ruim pesa mais que falta de talento.
Solta o play:
Se liga!
Segundo o IBGE, 48% das empresas brasileiras fecham em até três anos, e 25% dessas quedas têm relação direta com má gestão. É sobre isso que precisamos falar.
Inspirado nos bastidores com Keko — que soma experiência pesada no mercado fitness, hotelaria e gestão estratégica — listamos os 15 pecados mortais que tão sabotando líderes, negócios e relações com a Gen Z.
Os 15 pecados mortais na gestão (e por que eles afastam a Geração Z)
1. Esquecer que vender é prioridade
A Gen Z é fã de propósito, mas até propósito precisa de caixa. Sem venda, não tem futuro — simples assim.
2. Fugir dos números como quem foge da conta no rolê
Você não gerencia sentimentos: gerencia dados. A Gen Z cobra clareza — inclusive financeira.
3. Crescer sem validar o modelo de negócio
Expansão sem testar é pedir pra quebrar. A geração mais conectada percebe rápido quando um produto não faz sentido.
4. Montar time sem alma
Eles não seguem só líderes — seguem causas. Sem cultura, não existe pertencimento.
5. Contratar só pelo currículo
Soft skills > hard skills. A Gen Z valoriza ambiente saudável, e um talento tóxico destrói isso em segundos.
6. Líder pessimista disfarçado de realista
Energia baixa = time baixo. A Geração Z não compra discurso “pé no chão” que vem com derrota embutida.
7. Apegar-se a modelos ultrapassados
Se não acompanhar o mercado, vai ser engolido. A Gen Z não trabalha pra empresas presas em 2010.
8. Acreditar que marketing resolve tudo
Storytelling sem entrega é cringe. Se a experiência é ruim, o cancelamento vem.
9. Jogar o novato na arena sem manual
Onboarding ruim = rotatividade alta. E a Gen Z sai MESMO quando não é acolhida.
10. Viver só de paixão
Paixão sem gestão vira caos. O emocional precisa caminhar com o estratégico.
11. Esperar que todos pensem igual
A Gen Z é diversa — na essência. Liderança não é “clonar o chefe”, é alinhar visões.
12. Não cortar problemas na hora certa
Demorar pra agir só aumenta o drama. E essa geração odeia ruídos e clima tóxico.
13. Não definir papéis e limites
Sem clareza, nasce o caos. Um dos maiores gatilhos de burnout na Gen Z é justamente a falta de direção.
14. Não criar um sistema de feedback real
Gen Z sem feedback vira Gen Z demitindo você. Eles querem evolução, não silêncio cordial.
15. Não padronizar processos
Improviso é legal no TikTok, não na gestão. Sem processos, ninguém cresce — e a Geração Z percebe rápido.
Quem é Keko Rödrigues?
Empresário com MBA pela FGV, formação executiva no MIT (EUA) e especialização em Xponential Business Administration pela Nova School of Business and Economics (Portugal). Atua no mercado fitness e hoteleiro com foco em inovação, liderança estratégica e expansão de unidades de alta performance.
Imagens, ass. de produção e fotos: Rafael Alárcon
Edição: Rick Nóbrega
Apoios:
Samsung, que nos cedeu o Galaxy Z Fold 7 para as fotos e imagens dessa matéria.
Atêlie Ópitco Jabaquara que me cedeu óculos de grau e escuros para o meu uso diário
#Gestão #GenZ #LiderançaModerna #MROlympiaBrasil #KekoRodrigues #MercadoDeTrabalho #Liderança #Empreendedorismo #Carreira #DeuClick










