A Tesla divulgou na última sexta (2) números de vendas abaixo do esperado no quarto trimestre, com 418.227 veículos entregues, encerrando 2025 com cerca de 1,64 milhão de unidades vendidas 🚗⚡. Com esse desempenho, a montadora de Elon Musk acabou perdendo a liderança global em veículos elétricos para a chinesa BYD, que informou ter comercializado 2,26 milhões de elétricos ao longo do ano 🌍🔋.
Para Leandro Guissoni, professor da FGV e cofundador da Decomposer, essa virada não é pontual nem pode ser explicada apenas pelo volume de vendas 📊. Segundo ele, o avanço da BYD acontece porque a empresa opera sob uma lógica diferente da Tesla e também das montadoras tradicionais, apostando fortemente na integração vertical da cadeia, no controle rigoroso de custos, na velocidade de lançamento de novos modelos e no uso intensivo de dados para prever a demanda e definir seu portfólio 📈⚙️.
Na avaliação de Guissoni, o mercado global de veículos elétricos entra agora em uma nova fase, marcada por uma competição cada vez mais focada em eficiência e escala 🌐🚘. Nesse cenário, a vantagem tecnológica isolada já não é suficiente para garantir liderança. “Quem conseguir combinar previsibilidade, margem e adaptação rápida ao consumidor tende a liderar”, destaca o professor 💡.
Guissoni está disponível para comentar os impactos dessa mudança no setor automotivo global, os reflexos desse movimento no Brasil, a pressão crescente sobre a Tesla e o que o avanço das montadoras chinesas sinaliza para os próximos anos do mercado de veículos elétricos 🔍🇧🇷⚡.










