Desde a confirmação dos shows do BTS no Brasil, anunciados em 13 de janeiro, o fandom brasileiro mostrou que não veio só para cantar junto, veio também para lutar por direitos. A mobilização das fãs da banda sul-coreana de K-pop já resultou na criação de 34 abaixo-assinados na plataforma Change.org, que somam mais de 100 mil assinaturas até o momento.
O principal debate entre a ARMY gira em torno dos preços dos ingressos e das taxas cobradas, que foram considerados abusivos por grande parte do público. O maior abaixo-assinado da mobilização, com o título BTS no Brasil taxas justas para o show, já ultrapassa 50 mil assinaturas e pede mais transparência e valores mais compatíveis com a realidade financeira dos fãs brasileiros.
Link: change.org/TaxasJustasBTS
Mas a movimentação vai muito além do bolso. As petições também levantam discussões importantes sobre segurança, acessibilidade e experiência do público nos shows. Entre as reivindicações estão:
- 2 abaixo-assinados pedem a proibição de acampamentos nas filas, apontando riscos à saúde e à segurança das fãs
• 5 petições solicitam a disponibilização de cadeiras na pista, enquanto uma delas se posiciona contra a medida
• 10 abaixo-assinados cobram a realização de shows em outras cidades além de São Paulo. A maior mobilização pede uma apresentação em Fortaleza, mas também há pedidos por Brasília, Rio de Janeiro, Manaus e Belém
• 1 petição exige mais segurança no Estádio do Morumbi e nos arredores
• 1 abaixo-assinado pede a proibição de acesso privilegiado para influenciadores e artistas, defendendo igualdade entre todos os fãs
Link: change.org/ProibirInfluencersBTS
A força da mobilização foi tanta que a própria Change.org criou uma página especial reunindo todas as petições ligadas ao BTS no Brasil, facilitando o acesso às campanhas e fortalecendo ainda mais a organização coletiva do fandom.
Link: change.org/BTSArmyEmAcao
O movimento deixa claro que a ARMY brasileira não é apenas apaixonada, mas também extremamente organizada e consciente. Usando ferramentas digitais de mobilização, as fãs estão dialogando diretamente com produtoras, organizadores e até autoridades, reforçando que grandes eventos precisam ir além do espetáculo e considerar também respeito ao público, segurança e acessibilidade.
A movimentação continua crescendo nas redes e mostra, mais uma vez, o poder de um fandom que transforma amor pela música em engajamento real, pressão social e participação ativa. E sim, o recado está dado: a ARMY do Brasil é gigante e quer ser ouvida.
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