Ford faz história no Rally Dakar

Crédito: Divulgação

O Rally Dakar, conhecido como a prova off-road mais casca-grossa do planeta, encerrou sua terceira etapa nesta terça-feira (6) já entrando para os livros de história — e com a Ford sendo simplesmente protagonista 👀🔥. A montadora conseguiu um feito absurdo: colocou cinco veículos na liderança geral da competição, algo que nenhum fabricante alcançava desde 2007, quando a Volkswagen largou na frente em Lisboa.

Os grandes responsáveis por esse domínio são os modelos Raptor T1+, desenvolvidos pela Ford Racing em parceria com a M-Sport, que estão voando baixo pelas dunas e terrenos insanos do deserto 🏜️💥.

Na ponta da classificação aparece Mitch Guthrie, que fez história ao se tornar o primeiro norte-americano a liderar o Rally Dakar nessa etapa. Logo atrás vem Martin Prokop, correndo com uma Raptor por uma equipe privada, seguido pelos gigantes Mattias Ekström, Carlos Sainz e Nani Roma, todos do time oficial Ford M-Sport. Simplesmente um squad de peso 😮‍💨🔥.

A 48ª edição do Rally Dakar começou no dia 3 de janeiro e segue até o dia 17, com um percurso brutal de 8.000 km pelo clima extremo e terrenos nada amigáveis da Arábia Saudita, cheios de dunas, pedras e desafios que testam homens e máquinas no limite. A cobertura completa da prova pode ser acompanhada pelo site oficial worldrallyraidchampionship 🌍📲.

O evento reúne competidores de 70 nacionalidades diferentes e também chama atenção fora das pistas: são mais de 600 profissionais de imprensa de 56 países, incluindo 130 fotógrafos, além de equipes embarcadas em 80 veículos e cinco helicópteros de TV. É audiência global, não tem jeito 🚁📸.

💥 Desafios extremos e equilíbrio total

Na edição passada, a Ford já tinha dado sinais de força ao estrear com a Raptor T1+, garantindo o terceiro lugar com Mattias Ekström e a quinta posição com Mitch Guthrie. Agora, com mais experiência, o time chega ainda mais forte. E quando falamos de lendas, Carlos Sainz e Nani Roma, que juntos somam cinco títulos do Rally Dakar, sabem melhor do que ninguém que nada é garantido nessa prova insana.

“Lembro-me de quando era o detentor do título em 2015 e tive que abandonar após apenas três quilômetros da primeira especial devido à quebra do motor, o que nunca deveria ter acontecido. Essa experiência me ajuda a encarar a corrida com tranquilidade e ser cauteloso com qualquer previsão”, relembrou Nani Roma 🧠⚠️.

Pra ter noção do nível de competitividade desta edição, a diferença entre o primeiro e o décimo colocado é de pouco mais de 11 minutos, um intervalo bem menor que o visto nos últimos anos. Já entre os Top 20, a diferença é de cerca de 30 minutos, a menor das últimas seis edições. Ou seja: tá tudo aberto e cada segundo conta ⏱️🔥.

Agora é segurar a ansiedade e acompanhar, porque o Dakar 2025 promete fortes emoções até o último quilômetro 🚀🏁.

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