Depois de acelerar forte no Brasil e no México, o Campeonato Mundial de Fórmula E chega agora aos Estados Unidos para a terceira etapa da temporada. A corrida acontece no próximo sábado (02/02) e marca a estreia da categoria no Autódromo Internacional de Miami, encerrando oficialmente a fase das Américas no calendário. E tem Brasil no grid, sim: Lucas Di Grassi defende a Lola Yamaha Abt, enquanto Felipe Drugovich representa a Andretti, deixando a torcida brasileira em modo hype máximo.
A relação da Fórmula E com Miami não é novidade, mas cada visita foi diferente. Em 2015, ainda na temporada inaugural da categoria, a corrida rolou nas ruas da baía de Biscayne. Uma década depois, o campeonato voltou à cidade com uma prova no traçado misto do Homestead-Miami Speedway. Agora, em 2026, a novidade é total: pela primeira vez, os carros elétricos vão acelerar na mesma pista que recebe o GP de Fórmula 1 desde 2022, o que já coloca essa etapa em outro patamar de expectativa.
Pista promete emoção do início ao fim
Para esta edição, a organização escolheu um traçado de 2,32 km, com 14 curvas espalhadas em um layout que mistura fluidez e técnica na medida certa. A primeira parte do circuito exige precisão total dos pilotos, enquanto o trecho mais rápido aparece no terço final, entre as curvas 8 e 13, onde a velocidade sobe e as disputas devem ficar ainda mais intensas. O resultado? Um combo perfeito para quem curte ultrapassagens, estratégia e emoção até a bandeirada.
Lucas Di Grassi destacou que o desafio vai ser grande justamente por ser uma pista inédita no calendário. Segundo o brasileiro, o circuito combina retas longas com trechos mais travados, exigindo muito tanto dos pilotos quanto das equipes. Ele também chamou atenção para a qualidade do asfalto, que apresenta menos irregularidades do que em etapas como São Paulo e Cidade do México, o que muda completamente a abordagem na hora de acertar o carro.
O piso mais regular deve gerar mais aderência e, consequentemente, corridas ainda mais disputadas. Di Grassi reforça que, como a Fórmula E tem pouco tempo de treino e quase tudo acontece em um único dia, quem conseguir encontrar o melhor acerto mais rápido sai com vantagem. A expectativa do brasileiro é de uma prova intensa do começo ao fim, daquele jeito que a galera ama assistir.

(Lola Cars)
Disputa pelo topo segue pegando fogo
Após as etapas no Brasil e no México, a liderança do campeonato está nas mãos do neozelandês Nick Cassidy, da equipe Citroen, que soma 40 pontos. Logo atrás aparece o inglês Jake Dennis, da Andretti, mostrando que a briga pelo topo ainda está totalmente em aberto e que a etapa de Miami pode mexer (e muito) na tabela.
Com pista nova, clima de estreia e brasileiros na disputa, a Fórmula E em Miami tem tudo para ser uma das corridas mais comentadas da temporada.
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