Stranger Things | Review episódio final com Seara: maratona perfeita, boas memórias, mas faltou coragem na série suco de ousadia

Créditos: Rick Nóbrega - DeuClick Comunicação, usando o Galaxy Z Flip 7 da Samsung.

Assistir ao episódio final da 5ª temporada e de toda série Stranger Things da Netflix foi uma mistura de nostalgia, emoção e muita comida boa — literalmente. Eu vi a série ao lado do influ Kaue Naccarato –@naccarato, que também faz parte da produção do site, e entre uma cena decisiva e outra, a experiência ficou ainda mais completa com a parceria da Netflix com a Seara 🍿✨

Créditos: DeuClick Comunicação, usando o Galaxy Z Flip 7 da Samsung.

E olha… Kaue, que já rodou muitos restaurantes por aí, cravou:
👉 a pizza de pepperoni foi amor à primeira mordida. Não à toa, ele virou fã da Pizza Stranger Seara de Pepperoni (que também tem versão de mussarela) e, principalmente, dos franguinhos empanados Chicken Hell Fire, levemente apimentados, crocantes e perfeitos pra maratonar sem sair do clima da série 🔥🐔

Linha Stranger Things e o recém lançamento o boloovo ambos produtos da Seara para airfryer. Créditos: Rick Nóbrega – DeuClick Comunicação, usando o Galaxy Z Flip 7 da Samsung.

Contém SPOILER


🎬 O episódio final: emoção sim, coragem nem tanto

Falando da série em si: o último episódio segura a atenção do início ao fim, mas não entrega aquele impacto absurdo que Stranger Things já nos fez sentir em temporadas anteriores.

Visualmente, dá pra perceber que as imagens já não têm a mesma qualidade “foda” das primeiras temporadas. O medo de ir pro Mundo Invertido, que antes causava frio na espinha, foi se perdendo ao longo do tempo. O terror light virou uma aventura estilo Sessão da Tarde dos anos 80 e 90 — divertida, mas menos ameaçadora.

A aranha gigante, que já estava na cara que seria a vilã final, reforçou ainda mais essa sensação. Quem viveu essa época sentiu forte a referência aos clássicos da aventura oitentista 🕷️📼


Divulgação Netflix

⚠️ Onze morreu ou não? Faltou coragem

Um dos pontos que mais gerou conversa foi o destino da Onze (11). Ter morrido ou não, a sensação que ficou foi de uma falta de pulso firme: parecia o momento ideal pra assumir “sim, matamos alguém importante”. Mas a série escolheu o caminho mais seguro.

Tudo ficou prático demais, fofo demais, feliz demais — quase com cara de final de novela. Dá aquela sensação de que faltaram mais episódios pra dar base emocional e narrativa, ainda mais tratando-se da principal série de um universo inteiro da Netflix.

E, sim, bateu aquele trauma coletivo de finais confusos ou frustrantes de grandes séries como Lost e Game of Thrones. Não chega a ser um desastre, mas deixa aquele gostinho de “podia ter ido além”.

Divulgação Netflix

🌈 Mike, Will e o momento que fez chorar

Se teve um momento que realmente quebrou defesas, foi a relação entre Mike e Will. A forma carinhosa, respeitosa e madura como a sexualidade de Will é acolhida no final emociona de verdade.

Vale lembrar: quando Will se assume no Volume 2, não foi um ato fofo — foi um grito de dor, medo e libertação. Assumir-se na frente de todos foi sobre ecoar pro mundo, porque pra se libertar das próprias fraquezas, às vezes é preciso gritar e ainda mais que o Vecna usava de todas as suas fraquezas ou medos.

👉 Aí sim chorei.
Porque Stranger Things não marcou só na tela, mas fora dela: nos rolês, nas conversas, nas reflexões sobre amizade, pertencimento e até espiritualidade — curiosamente ausente na série, já que em nenhum momento a presença de Deus aparece nos personagens, algo que também chama atenção ao longo de todas as temporadas.

Netflix divulga episódio final de Stranger Things
Divulgação Netflix

 

📺 O que a crítica e o público estão falando sobre o final

🟠 Reações muito divididas

Muita gente está com sentimento misto: alguns amaram, outros acharam muito previsível ou safe. Tem quem ame Stranger Things por todo o arco emocional dos personagens, e tem quem ache que o episódio final ficou “arrumadinho demais” sem grandes surpresas ou perdas de peso real.

📉 Audiences vs Críticos: Enquanto a pontuação entre críticos continua boa (~85% de crítica no Rotten Tomatoes), no público a recepção cai para perto de 55%, refletindo como o final se dividiu entre “emocionante” e “decepcionante”.

Algumas análises elogiam o confronto final contra os antagonistas (Vecna e o Mind Flayer) pela intensidade e efeitos visuais, além de reconhecer o esforço em encerrar um universo tão vasto com uma sequência de ação impactante.

Muitos fãs acharam o episódio inchado, com cenas longas demais e partes pouco relevantes, quebrando o ritmo da narrativa no momento que se esperava algo mais focado e direto. Essa parte concordo demais também, as vezes parecia encher aquela linguiça.

Divulgação Netflix

🧠 Conclusão: uma série que moldou gerações

Apesar das críticas, não dá pra negar:
Stranger Things mexeu com uma geração inteira ao longo de nove anos. Trouxe a good vibes dos anos 80 para a Geração Z e Y, apresentou novos públicos ao charme da nostalgia e criou uma conexão emocional rara na TV atual.

O final pode não ter sido perfeito, nem tão corajoso quanto poderia, mas prendeu na tela, emocionou e fechou um ciclo que já é histórico.

E com pizza na mesa, franguinhos apimentados e boas companhias, ficou claro:
👉 algumas histórias terminam… mas o sentimento fica 🍕❤️

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Créditos: Kauê Naccarato – DeuClick Comunicação, usando o Galaxy Z Flip 7 da Samsung.

Imagens, ass. de produção: Kauê Naccarato

Produção artística: Rick Nóbrega

Apoios:

Seara, nos cedeu a linha Stranger Things pra essa matéria e redes sociais.

Samsung, que nos cedeu o Galaxy Z Fold 7 e Galaxy Z Flip 7 para as fotos e imagens dessa matéria.

Atêlie Ópitco Jabaquara que me cedeu óculos de grau e escuros para o meu uso diário

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