O mercado de trabalho brasileiro vive um verdadeiro plot twist 👀: vagas até existem, mas segurar talentos virou missão hardcore. E o impacto disso bate direto no bolso das empresas. Dados da Gupy, plataforma de IA focada em recrutamento e gestão de pessoas, mostram que o turnover pode custar até dois salários por colaborador. Sim, é dinheiro indo embora.
Quando o assunto é Geração Z, o desafio é ainda maior. O grupo já representa 25% da força de trabalho no Brasil e deve chegar a 30% até 2030. E o recado é claro: essa galera quer evolução rápida, equilíbrio emocional e propósito real. Se não vê caminho, troca de rota sem pensar duas vezes. 🏃♀️💨
Segundo especialistas, o erro de muitas empresas é tratar a rotatividade como falta de compromisso, quando, na real, o problema muitas vezes está na falta de visibilidade de carreira e no pouco engajamento da liderança com o desenvolvimento das equipes. Pra ter ideia, 68% das organizações brasileiras ainda não contam com programas estruturados de mobilidade interna, desperdiçando talentos que já conhecem o jogo e a cultura da empresa.
“A Geração Z quer aprender, crescer rápido e entender qual é o próximo passo. Quando a empresa mostra que isso pode acontecer internamente, ela reduz muito a vontade de sair”, explica Rômulo Martins, Diretor de Produto da Gupy.
Mobilidade horizontal é o novo subir na carreira 🔄
Esquece só a escada corporativa tradicional. Diferente das gerações anteriores, a Geração Z não está focada apenas em cargos de liderança. O que realmente engaja é a mobilidade horizontal: mudar de área, assumir novos projetos, testar outras especialidades e continuar aprendendo, tudo isso sem precisar pedir demissão.
“A Geração Z não quer apenas subir; ela quer se expandir. Eles buscam protagonismo e novos contextos de aprendizado”, reforça Rômulo. “Quando a empresa não cria uma estratégia de mobilidade interna, ela acaba entregando seus melhores talentos para o mercado.”
IA como aliada para não perder talentos 🤖✨
Um dos maiores gargalos da mobilidade interna é a falta de clareza sobre as habilidades reais dos colaboradores. E é aí que a Inteligência Artificial entra como game changer. Segundo a Gupy, plataformas com IA já conseguem mapear competências transversais com base em avaliações de desempenho, histórico e acompanhamento do RH.
Na prática? Um talento do Marketing pode ser conectado a uma vaga em Vendas com base em skills reais — e não em indicações internas ou favoritismo. Isso traz mais transparência, menos vieses e um processo muito mais justo, algo que a Geração Z valoriza demais.
Para que a mobilidade interna funcione de verdade, a Gupy destaca três pilares essenciais:
- Trilhas multidimensionais: crescimento não é só vertical; pode (e deve) ser lateral.
- Transparência nas oportunidades: nada de vaga escondida ou só para “quem conhece alguém”.
- Tecnologia como camada de objetividade: IA ajudando a identificar potencial com base em habilidades.
“No fim do dia, a Geração Z quer ambientes onde a evolução seja constante. Quando a empresa permite que o profissional se reinvente internamente, ela constrói uma cultura de confiança — e isso segura talentos”, finaliza Rômulo.
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