Se alguém ainda tinha dúvida, o Lollapalooza Brasil 2026 chegou mostrando que tá mais vivo do que nunca — e com moral! A 13ª edição começou daquele jeitão: céu azul, ingressos esgotados logo no primeiro dia e um line-up que simplesmente entregou TUDO. Pra ter ideia, 56% dos ingressos vendidos foram no formato Pass, ou seja, a galera quer viver o festival inteiro, sem perder nada. É experiência completa ou nada!
Pelo gramado, o clima era de pura diversidade: tinha fã de todos os estilos, idades e vibes. Dos looks coloridos inspirados na diva Sabrina Carpenter até o all black da galera que foi bater cabeça no Deftones. Teve também o caos organizado dos fãs do Viagra Boys e o verdadeiro “mar de leques” que tomou conta do público no show da Doechii — sim, dava pra ouvir de longe!
E não parou por aí: o dia ainda contou com sets pesados e surpresas como DJ Diesel (sim, o Shaq!), Ruel e até Kygo, todos com a camisa do Brasil, mostrando que o país tá no hype mundial. Teve também reggae raiz com Edson Gomes e a vibe diferentona da Horsegiirl, que se define como “metade cavalo, metade humana” — e entregou um set simplesmente hipnótico.
Mas se teve um momento que fez geral SURTAR, foi o show da Sabrina Carpenter no Palco Budweiser. A cantora dominou tudo, com uma multidão colada na grade cantando cada palavra. Super conectada com o público brasileiro, Sabrina se jogou no português, recebeu uma bandeira do Brasil com o rosto dela (sim, icônica!) e levantou o presente no palco. Fofo? Demais!
Um dos pontos mais comentados foi durante “Juno”, quando ela trouxe ninguém menos que Luísa Sonza no telão — foi gritaria na certa! E pra fechar com chave de ouro, veio “Espresso”, hit absurdo que colocou todo mundo pra dançar.
O palco também foi casa de outros momentos incríveis: Stefanie abriu os trabalhos com sua primeira apresentação com banda completa no festival, e Negra Li emocionou geral com um show cheio de afeto, ao lado dos filhos e com participação de Gloria Groove no som “Retrovisor”. Já Blood Orange mostrou versatilidade absurda, passeando entre instrumentos e entregando hits que a galera ama.
Doechii, uma das mais aguardadas, simplesmente AMASSOU. A artista trouxe coreografias, cenário impactante e batidas com pegada de funk que fizeram o público enlouquecer. Foi hit atrás de hit, com “Anxiety”, “Nissan Altima” e outros sons que já tão na cabeça da galera.
No Palco Samsung Galaxy, teve espaço pra novos nomes e também pra energia alternativa. Ginger and the Peppers abriu o dia, seguido pela Terraplana, que trouxe guitarras pesadas e emoção. Viagra Boys vieram com aquele caos organizado e interação direta com o público, enquanto o Interpol entregou um show técnico e cheio de nostalgia, com clássicos que fizeram geral cantar junto.
E quando o assunto é peso… o Deftones fechou o palco com autoridade. Misturando músicas novas com clássicos como “Change” e “My Own Summer”, a banda segurou a multidão até o último segundo.
No Palco Flying Fish, teve hardcore com Worst, o retorno da Scalene com “Entrelaços”, e a estreia de Ruel no festival — com direito a camisa do Brasil e muita vibe boa. Men I Trust trouxe uma energia mais suave e Edson Gomes fechou com aquele reggae raiz que nunca sai de moda.
Já no Perry’s Stage, a energia foi lá no alto: Bruna Strait estreou com participação especial, Horsegiirl colocou geral pra dançar e DJ Diesel chegou com entrada pirotécnica e presença de respeito. Pra fechar o dia, Kygo entregou um show gigante com hits e fogos — encerramento digno de festival.
E claro, o público também foi show à parte. Teve gente que viajou só pra ver seu artista favorito, casal equilibrando gostos musicais diferentes e fãs raiz que ficaram horas na grade. Porque no fim das contas, o Lolla é isso: mistura, conexão e momentos que viram história.
Se o primeiro dia foi assim… imagina o resto. 🔥
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