Início Tecnologia Estudantes de Sampa aprendem genética de um jeito diferentão. Veja!

Estudantes de Sampa aprendem genética de um jeito diferentão. Veja!

Não tem jeito melhor de aprender biologia, do que de um jeito divertido, né? E uma das áreas que mais desperta a curiosidade da galera é a genética. Para entender melhor esse ramo, o professor Rubens Pimenta Maciel, da 2ª série do Ensino Médio, do Colégio Marista Glória, preparou aulas especiais com metodologias e práticas para uma maior compreensão sobre o tema divisão celular, mitose a meiose.

Só de ler esses nomes, bateu uma saudade das minhas aulas do ensino médio… Mas essas aqui são bem mais legais! Se liga como o professor fez:

Foi abordado, em aula teórica, as fases e detalhes sobre tais divisões, mostrando as principais diferenças e etapas de cada uma. A partir deste ponto, os alunos foram divididos em duas turmas.

Para uma delas foi aplicado o modelo de aula invertida, momento em que os alunos colocaram em prática suas aprendizagens por meio de habilidades e competências adquiridas. Após os alunos assistirem um vídeo sobre uma das etapas da meiose, eles descreveram cada uma com anotações e detalhes. Eles acessaram o vídeo por um QRcode e responderam a duas perguntas sobre essa etapa.

A outra turma foi para o laboratório para conhecer a microscopia e analisar a mitose em células de raiz de cebola. “Após o acompanhamento, passo a passo da montagem das lâminas, os alunos puderam observar no microscópio as imagens das células com o núcleo corado e assim verificar em qual dos estágios da mitose se encontrava”, explica o professor Rubens.

Depois do laboratório e da aula invertida foi aplicada, para ambas as turmas, uma aula de metodologia ativa, estratégia de ensino que tem por objetivo incentivar o aprendizado de forma autônoma e participativa, por meio de problemas e situações reais. “Tais metodologias são aplicadas para colocar o aluno como um agente ativo nas aulas. O tema proposto em sala visa a ampliação do conhecimento e percepção do assunto nas mais diversas situações propostas”, explica o docente.

Legal, né? Que isso sirva de inspiração para outros docentes criarem aulas interativas assim. É massa!

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