No mês da visibilidade trans, a Vivo, em parceria com a Aliança Nacional LGBTI+, colocou no ar uma iniciativa que é simplesmente necessária: o lançamento do Banco de Talentos para Pessoas Trans, voltado para candidaturas nas cidades de São Paulo (SP) e Curitiba (PR). A proposta é ampliar o acesso ao mercado de trabalho e abrir portas reais para o desenvolvimento profissional de pessoas trans, indo muito além do discurso e partindo para a ação.
O projeto já chega oferecendo estrutura e suporte de verdade. As pessoas selecionadas terão acesso a uma trilha de formação dentro do aplicativo Vivae, com cursos online focados em áreas como call center, campo, lojas e funções administrativas. Os participantes terão um mês para concluir os cursos obrigatórios e, depois disso, poderão continuar explorando outros conteúdos da plataforma por mais três meses. Ou seja, é capacitação contínua e autonomia na jornada profissional.
E não para por aí. Quem participar do programa também passa a contar com a assinatura familiar da Vale Saúde, que conecta usuários a uma ampla rede de serviços de saúde particulares em todo o Brasil, oferecendo até 80% de desconto em consultas presenciais e online, exames, medicamentos, vacinas e terapias. Um cuidado que impacta diretamente na qualidade de vida e no bem-estar.
A pré-seleção das candidaturas será conduzida pela própria Aliança Nacional LGBTI+. Quem for aprovado nessa etapa passa a integrar oficialmente o Banco de Talentos de Pessoas Trans da Vivo e se torna elegível para processos seletivos de vagas afirmativas que surgirem ao longo do ano na empresa. As inscrições estão abertas até o dia 23 de fevereiro, por meio do link divulgado pela companhia.
Compromisso com diversidade vai além da campanha
Desde 2018, a Vivo mantém ativo o programa Vivo Diversidade, estruturado nos pilares de Gênero, LGBTI+, Raça e Pessoas com Deficiência, com o objetivo de construir um ambiente corporativo mais plural, seguro e representativo. Hoje, cerca de 10% das pessoas colaboradoras da empresa se autodeclaram como parte da comunidade LGBTI+.
Na prática, isso também se reflete em políticas internas consistentes. Pessoas trans na empresa utilizam seus nomes sociais em crachás e e-mails corporativos, enquanto a companhia segue aprimorando seus sistemas internos para garantir respeito e inclusão no dia a dia. Outro destaque é o programa Vivo Retifica, que oferece apoio financeiro para pessoas trans iniciarem o processo de retificação de nome em documentos oficiais, fortalecendo o direito à identidade e ao reconhecimento.
A Vivo também foi a primeira empresa do setor de telecomunicações a aderir aos Padrões de Conduta para Empresas da ONU, iniciativa ligada ao movimento Livres e Iguais, voltada ao enfrentamento da discriminação contra pessoas lésbicas, gays, bissexuais, travestis, pessoas trans e intersexo. A empresa ainda mantém parcerias com instituições como Transempregos e Fórum de Direitos LGBTI+, fortalecendo seu compromisso com inclusão no mercado de trabalho.
Em 2025, esse posicionamento rendeu reconhecimento importante: a Vivo foi premiada pela Great Place to Work e certificada pela Human Rights Campaign como uma das melhores empresas do Brasil para pessoas LGBTI+ trabalharem.
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