Em uma noite simplesmente histórica no Carnaval de Salvador 2026, Alok comandou pela sétima vez seu já icônico trio elétrico no formato pipoca, sem cordas e sem abadá, no Circuito Dodô (Barra–Ondina), neste domingo (15). Aberta ao público e 100% gratuita, a apresentação levou uma multidão insana às ruas e transformou a avenida em uma verdadeira rave a céu aberto, reforçando o Carnaval de Salvador como um dos eventos mais democráticos e plurais do planeta.
O trio percorreu cerca de 4,5 km embalado logo de cara por Hear Me Now, um dos maiores hits da carreira do DJ, que ainda convidou geral a “libertar o seu melhor”. O resultado? Um mar de foliões vibrando do começo ao fim do circuito. Vídeos que circularam nas redes e a cobertura da imprensa mostraram a dimensão do momento: gente acompanhando o trio do início à dispersão, curtindo cada batida e integrando a música eletrônica à tradição da folia baiana — tudo junto e misturado, do jeitinho que o Carnaval gosta.
No meio da galera, a emoção estava on. Teve quem dissesse que foi uma das experiências mais intensas da vida. “Nunca imaginei me conectar com tanta gente ao mesmo tempo. A energia é surreal”, contou a foliã Ana Beatriz Santos, de 26 anos, enquanto dançava no meio da multidão. Pessoas de todas as idades, estilos e tribos ocuparam a avenida, mostrando que o trio de Alok já virou parada obrigatória no calendário da folia.
Em conversa com a imprensa local, Alok relembrou sua trajetória no Carnaval de Salvador e falou sobre o frio na barriga da primeira vez, quando chegou com a eletrônica em um espaço dominado por ritmos tradicionais como o axé.
“Desde a primeira vez que eu vim, eu não sabia como ia ser a reação da galera, porque era um intruso, né? Tocar eletrônica. Mas a forma como fui recebido aqui foi tão incrível que eu comecei a voltar todos os anos. Enquanto as pessoas quiserem que eu esteja aqui, eu vou estar aqui fazendo a minha entrega. Aqui tem uma parada diferente: quem dita o que eu vou tocar é o público. A galera vai abrindo a roda e eu vou me adaptando a eles. Isso é loucura, porque eu não sei o que eu vou tocar hoje!”
A fala deixa claro não só o crescimento da música eletrônica dentro do Carnaval baiano, mas também a conexão real e afetiva criada entre o artista e o público. E tem novidade vindo aí: Alok revelou que está produzindo uma música em parceria com Léo Santana, prometendo uma mistura potente de axé com eletrônica. Vem hit?
A presença constante de Alok na folia reflete uma tendência cada vez mais forte de diversidade sonora no Carnaval de Salvador, que segue se reinventando sem perder sua essência. O trio ainda contou com a participação especial de Zeeba, responsável por momentos de arrepiar ao longo do percurso.
O impacto do show também ultrapassou as ruas. Na edição anterior do Carnaval, conteúdos envolvendo Alok somaram dezenas de milhões de visualizações em plataformas como Reels, ajudando a levar a energia da festa para o mundo e colocando Salvador ainda mais no radar global da cultura e do entretenimento.

O trio de Alok teve patrocínio master de Free Fire Garena, além de patrocínios de WAAW, Liquid IV, Ovomaltine e 3 Corações, com apoio de Estrella Galicia, Red Bull e Diageo.
📦 BOX DE CURIOSIDADES | Alok no Carnaval de Salvador
🎧 7 anos no comando da pipoca
Alok já puxou trio no Carnaval de Salvador em sete edições, sendo um dos poucos DJs com presença contínua no maior Carnaval de rua do mundo.
🎶 Eletrônica no asfalto
Sua estreia marcou uma virada simbólica, provando que a música eletrônica dialoga, sim, com o trio elétrico e a tradição popular.
🚚 Sem cordas e sem abadá
Desde a primeira edição, a proposta é totalmente aberta, reforçando o caráter democrático da festa.
⏱️ Shows longos e intensos
As apresentações duram entre 5 e 6 horas, com interação constante e adaptação ao clima da galera.
🌎 Impacto global
A pipoca de Alok é um dos momentos mais comentados do Carnaval nas redes sociais, projetando Salvador internacionalmente.
💛 Conexão além da música
A relação com a Bahia também passa pelo social, com projetos do Instituto Alok voltados a comunidades negras, quilombolas e indígenas no estado.
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