Caco Grandino, baixista do NX Zero, entrou no radar da internet após um comentário debochado que viralizou e gerou aquela enxurrada de opiniões nos feeds. O posicionamento do músico acabou sendo associado à direita e, como já era de se esperar, a repercussão veio pesada nas redes sociais.
Caco, nome artístico de Conrado Grandino, faz parte da formação atual do NX Zero desde 2006, período que marcou a fase mais conhecida e bem-sucedida da banda, ao lado de Di Ferrero, Gee Rocha, Filipe Ricardo e Daniel Weksler. Ou seja, ele esteve presente na era dos grandes hits que moldaram toda uma geração emo brasileira.
Hoje, aos 39 anos, o músico divide a rotina entre o trabalho com a banda e a função de apresentador de rádio, compartilhando bastidores e momentos do dia a dia nas redes, onde soma mais de 107 mil seguidores. No fim de 2025, ele já tinha sido citado em outra polêmica, quando circularam imagens atribuídas a ele criticando a marca Havaianas após a campanha com Fernanda Torres. Na época, o assunto também rendeu muito debate online.

Com o histórico recente, parte dos internautas passou a rotular o músico como um “emo de direita”, expressão que rapidamente virou meme e pauta em threads. Prints de perfis seguidos por Caco também começaram a circular, incluindo o do deputado federal Nikolas Ferreira, o que só jogou mais lenha na fogueira digital.
A nova treta começou depois que Caco reagiu com emojis de risada a um comentário feito pelo delegado Yasser Yassine em uma publicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O post falava sobre o veto presidencial ao projeto de lei que previa a redução de penas para os condenados pelos atos de 8 de janeiro. A atitude foi vista por muitos como deboche e dividiu opiniões entre fãs e críticos.
NX Zero se pronuncia
Diante da repercussão, o NX Zero decidiu se manifestar oficialmente. Em nota, a banda deixou claro que, como coletivo, não apoia discursos antidemocráticos. O comunicado reforça que cada integrante possui suas próprias opiniões e trajetórias, que não representam necessariamente o posicionamento do grupo.

“O NX Zero tem cinco integrantes, cada um com sua vida e suas opiniões, que não representam o grupo como um todo. A banda não apoia discursos antidemocráticos e reforça que sua música é e sempre será um espaço de liberdade, respeito e união, jamais de divisão”, diz o texto divulgado.
A polêmica segue rendendo debates, mostrando mais uma vez como a linha entre vida pública, opinião pessoal e imagem artística continua sendo um território sensível — e altamente explosivo — na era das redes sociais.
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