Eu já sabia que o terceiro dia do Rock in Rio 2026 prometia, mas o domingo (6) entregou um verdadeiro espetáculo. 🌧️🎶 Com ingressos esgotados, a Cidade do Rock virou uma gigantesca pista de dança, e nem a chuva conseguiu dar aquela segurada na vontade do público de curtir. A galera chegou preparada, com capas e acessórios cheios de estilo, e transformou o festival em um desfile de looks que merecia até tapete vermelho. ✨
No Palco Mundo, Calvin Harris fez história ao se tornar o primeiro DJ a ocupar a posição de headliner do espaço. E, sinceramente? O homem entendeu a missão. Com um show audiovisual de respeito, ele encerrou a noite diante de uma plateia completamente entregue às batidas, no ano em que o festival celebra 25 anos de música eletrônica. Enquanto isso, o New Dance Order manteve a pista fervendo, e o retorno do Black Eyed Peas e a estreia de Nelly garantiram mais uma noite daquelas. 🪩
Calvin Harris coloca a Cidade do Rock para dançar até o último beat
Com cerca de 80 milhões de ouvintes no Spotify e mais de 35 bilhões de streams acumulados na carreira, Calvin Harris chegou ao festival com um repertório recheado de hits. “One Kiss”, “We Found Love”, “This Is What You Came For” e “Summer” fizeram a multidão cantar e dançar, enquanto as imagens no telão e a iluminação a laser transformaram o palco em uma pista de dança a céu aberto. 🔥
Antes dele, o Black Eyed Peas fez um retorno espetacular ao Rock in Rio. Will.i.am, apl.de.ap e Taboo, ao lado de J. Rey Soul, comandaram um show cheio de efeitos visuais e sucessos como “I Gotta Feeling”, “Pump It”, “Rock That Body” e “Don’t Lie”. E teve aquele toque carioca que a gente ama: o grupo incluiu clássicos do funk, como “Rap do Silva”, com participação de Papatinho.
A apresentação também marcou a primeira vez que o público conferiu a parceria inédita entre os artistas em “We live up in here”. E, em outro momento, o filho do baterista Keith Harris subiu ao palco para sentir de perto a energia da Cidade do Rock. 🥹
Na sequência, Nelly estreou no festival com camisa do Brasil e um setlist que revisitou sucessos do hip-hop dos anos 2000, como “Ride With Me”. Antes de “Dilemma”, ele pediu uma plateia iluminada pelas lanternas dos celulares — e ganhou um verdadeiro mar de luzes. O rapper encerrou o show com “Just a Dream”, provando que seus hits continuam atravessando gerações.
Abrindo o Palco Mundo, o Barão Vermelho Encontro Formação Original reuniu Roberto Frejat, Guto Goffi, Mauricio Barros e Dé Palmeira, com participação especial de Fernando Magalhães. O encontro resgatou a ligação da banda com o festival e homenageou Cazuza, com clássicos como “Meus bons amigos”, “Pense e dance” e “Bete balanço”. Foi aquele momento em que o rock brasileiro abraça diferentes gerações. 🎸
No Sunset, brasilidade, nostalgia e hits para cantar junto

O Palco Sunset também entregou uma programação de respeito. O duo Calema, sucesso em Portugal, fez sua estreia na Cidade do Rock com referências culturais de São Tomé e Príncipe e músicas como “A Nossa Vez” e “Vai”. Com Dilsinho como convidado, a dupla ainda cantou “Leva Tudo”.
Depois, o BaianaSystem incendiou a plateia com participações de Alice Carvalho, Antônio Carlos e Jocafi, do projeto Afrossinfonicas e do jamaicano Ranking Joe. O show revisitou diferentes momentos da trajetória do grupo, com sucessos como “Água”, “Sulamericano” e “Balacobaco”, parceria com Anitta. Teve folclore brasileiro, mistura de ritmos e aquela energia que faz a gente querer sair dançando sem nem pensar duas vezes. 💃🏽
Na sequência, o Jota Quest trouxe uma homenagem emocionante ao “síndico” Tim Maia. O repertório, composto exclusivamente por canções do artista, incluiu “Dance enquanto é tempo”, “Acenda o farol” e “Sossego”, que ganhou a participação especial de Tony Tornado, aos 97 anos. Um momento daqueles que fazem a gente parar e pensar: “caraca, que história!”. 🥹
Na reta final, Rogério Flausino desceu do palco para interagir com o público ao som de “Você”, antes de emendar “As dores do mundo”. Depois, recebeu Negra Li para cantar “Descobridor” e encerrou a apresentação com “Não quero dinheiro”.
Fechando a programação do Sunset, NE-YO revisitou os grandes sucessos de sua carreira, como “So Sick”, “Miss Independent” e “Closer”, e ainda protagonizou um dos momentos mais fofos do dia: desceu para cumprimentar os fãs que estavam nas grades. 💖
New Dance Order: amor, paz e diversidade até o último beat
No New Dance Order, o movimento “Dance For a Better World” abriu o dia com muita energia, celebrando o amor, a paz e a diversidade em um espetáculo de luzes, coreografias e música eletrônica. O estudante Davi Fonseca, de 18 anos, resumiu bem a vibe: “Um recado muito importante, principalmente hoje em dia. Achei tudo muito bonito e bem feito”.
Já Milena Vianna, também de 18 anos, destacou o uso de LEDs e a imersão do espetáculo. E olha, não dá para negar: foi uma abertura linda. ✨
A celebração da música eletrônica, que nesta edição completa 25 anos no festival, seguiu com Sofi Tukker, Casa Bonita, Liu e MEDUZA. A pista permaneceu em movimento durante toda a noite, com diferentes referências da cena eletrônica, até o trio MEDUZA encerrar a programação mantendo a energia lá em cima.
Espaço Favela, Supernova e Global Village: cada canto com seu próprio tempero

A festa também se espalhou pelos outros espaços da Cidade do Rock. No Espaço Favela, Budah abriu a programação, seguida por Rael, que levou sua poesia e seu discurso de consciência social ao público. Para fechar a noite, Xamã revisitou sua trajetória com um show que passeou pelo rap, trap, funk e referências da música brasileira, incluindo sucessos como “Malvadão” e “Leão”, parceria com Marília Mendonça.
No Supernova, O Escritório, Bayside Kings e Matanza Ritual prepararam o terreno para o especial “Blitzkrieg Psycho Bop — Ramones 50 Years”, com João Gordo e Asteroides Trio, celebrando cinco décadas de uma das bandas mais influentes do punk rock. 🤘
Já no Global Village, Bento Gil convidou Flor Gil para abrir a noite, em uma celebração da música brasileira e da herança musical da família Gil. Mãeana veio na sequência, antes de Mohamed Ramadan encerrar a programação com a força do pop árabe e colocar o público para dançar.
Quando a música vira história de amor 💍
E teve romance no Rota 85. Juntos há 22 anos, Daniela Andrade e Dany Edson renovaram os votos na Cidade do Rock durante o show de NE-YO. O casal se conheceu em 2004, se casou em 2014, se divorciou em 2016 e reatou em 2019. Pais de Gabriel, os dois também enfrentaram momentos difíceis, mas encontraram na música uma forma de se reconectar.
A paixão por NE-YO acompanhou a história dos dois desde o início. Em 2023, eles participaram do The Town, experiência que os aproximou do fã-clube NE-YO Divo e fortaleceu ainda mais a conexão com o artista. Agora, no festival, celebraram mais um capítulo dessa história com uma renovação de votos. 🥹💖
“Não poderíamos ter escolhido um dia melhor para renovar nossos votos”, afirmou Dany. A juíza de paz Maria Vitória Riera, que acompanhou a cerimônia, resumiu o sentimento de quem presenciou o momento: “Que história linda!”.
Dicas para curtir o festival sem perrengue
Além dos shows, o Rock in Rio também reforçou algumas facilidades para quem quer aproveitar a Cidade do Rock com mais praticidade. A venda antecipada de comidas e bebidas pelo aplicativo oficial permite que o público compre produtos de marcas como Heineken, Coca-Cola, Schweppes Mixed, Red Bull, Crystal e Bob’s antes de chegar ao festival. 🍔🥤
A compra é feita pelo aplicativo, com pagamento por PIX ou cartão de crédito, e a retirada acontece nos bares fixos de bebidas do gramado que tenham o produto adquirido no cardápio, sempre de acordo com a disponibilidade. Cada unidade tem seu próprio QR Code, pessoal e intransferível.
E tem um detalhe sustentável que vale o destaque: na compra da primeira bebida, o fã recebe um copo que pode ser reutilizado ou trocado nas compras seguintes. A partir da segunda compra, ao retornar ou reutilizar o copo, o consumidor recebe desconto no valor da nova bebida, independentemente da marca escolhida. ♻️
Para quem comprou e não utilizou o QR Code, o valor será reembolsado automaticamente a partir de 14 de setembro de 2026, sem cobrança de taxa. O reembolso será feito pelo mesmo meio de pagamento: em até duas faturas no cartão de crédito ou em até 60 dias para pagamentos via PIX.
Cashless e meios de pagamento
Nesta edição, as compras no festival podem ser feitas com cartões de crédito, débito e pagamento por aproximação, inclusive nos terminais da Laranjinha do Itaú. Para quem prefere dinheiro ou PIX, é necessário carregar um cartão pré-pago em um dos Caixas Cashless, mediante caução de R$ 5,00, devolvida quando o cartão é retornado ao final do dia.
O cartão pré-pago é vinculado ao CPF e pode ser reembolsado presencialmente nos caixas cashless ou online, entre os dias 14 e 28 de setembro de 2026, sem cobrança de taxa. 💳
Mobilidade: MetrôRio + BRT para chegar e sair com mais facilidade
Para facilitar a chegada e a saída do público, o Rock in Rio conta com integração entre MetrôRio e BRT Expresso Rock in Rio. Durante o festival, o MetrôRio funciona 24 horas para embarque e desembarque na estação Jardim Oceânico, principal ponto de integração com o serviço especial do BRT, disponível para compra pelo aplicativo Jaé.
O BRT Expresso Rock in Rio oferece viagens diretas e semidiretas até a estação em frente à Cidade do Rock. Já o transporte Primeira Classe continua como uma opção diferenciada, com embarques em diversos pontos do Rio de Janeiro e da Grande Rio, além de atender fãs de cidades dos estados de São Paulo e Minas Gerais, deixando o público dentro da Cidade do Rock. 🚍
No fim das contas, o terceiro dia do Rock in Rio 2026 foi aquele tipo de noite que a gente termina pensando: “eu vivi isso mesmo?”. Teve chuva, teve hit, teve nostalgia, teve diversidade, teve romance e, claro, teve muita dança. A Cidade do Rock mostrou mais uma vez que música boa não tem idade, gênero ou estilo — tem é espaço para todo mundo curtir. 🪩✨
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