
A Ford está literalmente pisando fundo no futuro 🚀. Para desenvolver sua nova picape média elétrica, a primeira feita sobre a Plataforma Universal de Veículos Elétricos, a montadora foi buscar inspiração onde cada milésimo de segundo conta: na Fórmula 1. O mantra? “Falhar rápido, aprender mais rápido”. E deu jogo.
Aerodinâmica virou protagonista nesse projeto, afinal, quando o assunto é eficiência energética, o ar pode ser tanto parceiro quanto vilão. Não à toa, mais da metade do time de aerodinâmica da Ford veio direto do universo da F1, trazendo aquela mentalidade obcecada por detalhes invisíveis aos olhos comuns, mas decisivos na pista — e agora, nas ruas.
Segundo Saleem Merkt, gerente sênior de Aerodinâmica Avançada de Veículos Elétricos da marca, essa obsessão rendeu frutos gigantes: a nova picape elétrica alcançou mais de 15% de eficiência aerodinâmica superior em relação a qualquer outra do mercado, garantindo mais autonomia e menor custo para o consumidor. Nada mal, né? ⚡
Túnel de vento em modo pit stop 🏎️

Se antes o túnel de vento só entrava em cena no final dos projetos, a Ford virou o jogo. Ele passou a ser usado desde o começo do desenvolvimento, com ritmo de equipe em dia de corrida. Resultado? Decisões mais rápidas, testes mais precisos e menos tempo perdido.
Construção estilo Lego 🧩
O veículo de testes foi montado com um sistema modular que lembra Lego. Peças impressas em 3D e usinadas — como protetores de chassi, grades frontais e até partes da suspensão — podiam ser trocadas em minutos. Milhares de componentes foram testados, inclusive versões que ainda nem existiam como protótipos reais.
Essa precisão absurda ajudou a equipe a entender melhor como cada pequeno ajuste influencia forças verticais, longitudinais e laterais, impactando diretamente na autonomia e eficiência no mundo real.
Dados em tempo real e olho no futuro 🤖

Para dar conta da avalanche de informações, a Ford reconstruiu todo o seu kit digital de ferramentas aerodinâmicas. Os dados do túnel de vento passaram a ser visualizados em tempo real, lado a lado com simulações avançadas. Sem limite de horas, regras ou poder computacional. Liberdade total.
E tem mais: esse sistema já prepara o terreno para um design automotivo impulsionado por inteligência artificial, ajudando a identificar exatamente quais mudanças fazem mais diferença no custo da bateria e na autonomia. Afinal, o ar pode ser invisível, mas seus efeitos não passam despercebidos.
Obsessão que vira quilometragem extra 🔍
Entre os achados mais insanos do projeto estão soluções que, somadas, fazem toda a diferença:
- Superfície Virtual: o teto foi desenhado para criar um fluxo de ar contínuo sobre a caçamba, fazendo a picape “desaparecer” aerodinamicamente.
- Espelho de 2,4 km: a simplificação do sistema de ajuste dos espelhos reduziu o tamanho da peça em mais de 20%, garantindo cerca de 2,4 km extras de autonomia.
- Assoalho invisível: o fundo da picape recebeu tratamento digno de carro de corrida, guiando a turbulência dos pneus dianteiros até os traseiros e somando mais 7,2 km de alcance.
Até 80 km a mais de autonomia 😱
A Ford afirma que, se comparada a uma picape média a gasolina com aerodinâmica eficiente, equipada com a mesma bateria, a nova picape elétrica teria quase 80 km a mais de autonomia, cerca de 15% superior, além de 30% mais eficiência em velocidade de estrada.
Agora, o modelo segue em testes em pistas e ruas reais ao redor do mundo. O fluxo de ar ninguém vê, mas quem sentar ao volante vai sentir — e muito.
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