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‘Quanto Mais Preta, Melhor’: Globo emociona ao celebrar o legado de Preta Gil

Evento no Teatro do Copacabana Palace marcou a estreia do documentário ‘Preta – Eu Não Ando Só’ e da série Original Globoplay ‘Meu Nome é Preta’

A saudade bateu forte, mas também deu espaço para muita celebração. Nesta segunda-feira (20), a Globo promoveu, no tradicional Teatro do Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, o lançamento de “Quanto Mais Preta, Melhor”, projeto especial que presta uma homenagem emocionante ao legado de Preta Gil. O evento reuniu familiares, amigos, artistas, convidados e profissionais envolvidos nas produções, transformando a noite em um verdadeiro encontro de afeto e memória.

A pré-estreia apresentou o documentário dos Estúdios Globo, “Preta – Eu Não Ando Só”, além do primeiro episódio da série Original Globoplay, “Meu Nome é Preta”. As duas obras chegam ao público um ano após a partida da cantora e mostram diferentes lados de sua história, com imagens inéditas, registros históricos e relatos de quem viveu momentos marcantes ao lado da artista.

Quem marcou presença na noite foi Monica Almeida, criadora e diretora artística do documentário, que destacou o carinho colocado em cada detalhe da produção. Segundo ela, ambos os projetos nasceram do amor que tantas pessoas continuam sentindo por Preta Gil, tornando essa homenagem ainda mais especial.

A diretora Sandra Kogut, responsável por “Preta – Eu Não Ando Só”, contou que mergulhar nos arquivos pessoais da cantora foi uma experiência intensa e emocionante. Para ela, o documentário mostra que Preta Gil fez uma escolha radical pela vida e que, acima de tudo, gostaria de ser lembrada com alegria, mesmo diante dos momentos mais difíceis. É aquele tipo de história que faz qualquer um ficar de coração apertado.

Mini Kerti, diretora da série “Meu Nome é Preta”, explicou que a produção busca preservar a memória da artista mostrando uma mulher livre, irreverente, cheia de personalidade e dona de uma energia contagiante. A série destaca não apenas a cantora conhecida pelo grande público, mas também a amiga, a filha, a mulher e a figura que inspirou gerações com seu jeito autêntico de viver.

A emoção também tomou conta de Flora Gil, que lembrou que as duas produções se completam perfeitamente. Enquanto a série apresenta uma Preta Gil ainda distante dos holofotes, vivendo sua juventude, seus sonhos e momentos íntimos ao lado da família e dos amigos, o documentário mergulha na fase mais delicada de sua vida, revelando sua força durante o tratamento contra o câncer e toda a rede de carinho que permaneceu ao seu lado.

O documentário “Preta – Eu Não Ando Só” acompanha os últimos anos da artista por meio de registros feitos pela própria cantora e por pessoas próximas, trazendo uma narrativa sensível sobre coragem, amizade e amor. Já a série “Meu Nome é Preta”, produzida pela Conspiração para o Globoplay, reúne imagens raras e depoimentos inéditos que ajudam a contar a trajetória completa da artista em quatro episódios disponibilizados semanalmente na plataforma.

Nas redes sociais, o lançamento rapidamente virou assunto entre fãs, que celebraram a oportunidade de revisitar a história de uma das artistas mais queridas do país. Afinal, quando o assunto é Preta Gil, fica claro que seu legado continua mais vivo do que nunca. E, como dizia seu próprio lema, quanto mais Preta, melhor.

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