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Ford apoia 10 projetos universitários no Brasil

Foto: Divulgação

A Ford resolveu dar aquele boost em ideias que podem fazer diferença de verdade na vida das pessoas. A marca anunciou apoio a dez projetos universitários brasileiros focados em preparar comunidades para enfrentar desastres, emergências e garantir acesso a serviços essenciais. Cada iniciativa vai receber US$ 1.500 para tirar o plano do papel e acelerar o impacto social.

O anúncio rolou durante o Evento Nacional Enactus Brasil (ENEB), em Campo Grande (MS), e teve clima de final de campeonato. O destaque ficou para a Universidade Federal do Pará (UFPA), que além de ser uma das selecionadas pelo desafio Ford Comunidades Resilientes, foi coroada campeã do ENEB pelo segundo ano seguido. Sim, os paraenses vieram fortes de novo.

Agora o time da UFPA vai representar o Brasil na Enactus World Cup 2026, que acontece pela primeira vez em solo brasileiro, em São Paulo, no mês de novembro. Ou seja: é Brasil no mapa mundial do empreendedorismo de impacto.

O programa Ford Comunidades Resilientes 2026 é uma parceria entre a Ford Philanthropy, o Resolution Project e a Enactus, organizações que apostam no protagonismo universitário para criar soluções reais para problemas sociais. A ideia é desenvolver liderança, experiência prática e projetos capazes de ajudar comunidades em situações críticas — daquele tipo que a gente vê nas enchentes, apagões, falta de água ou outras emergências.

Segundo Pamela Paiffer, diretora de Comunicação e Responsabilidade Social da Ford América do Sul, o apoio vai além da grana: os estudantes recebem mentoria de profissionais da marca e ganham competências valorizadas no mercado de trabalho, enquanto as comunidades se beneficiam das soluções criadas pelos próprios jovens.

E olha o nível das ideias que entraram na lista dos vencedores:

  • Biolume – UFPA (PA): iluminação pública solar para comunidades sem acesso à energia.
  • Sustentare – UFRA (PA): acesso à água e gestão sustentável de recursos em comunidades amazônicas vulneráveis.
  • Flor de Concreto – IFBA (BA): reaproveitamento de resíduos da construção civil para criar materiais sustentáveis.
  • ReCalcário – UnB (DF): soluções acessíveis para corrigir a acidez do solo e aumentar a produtividade agrícola.
  • Ycatu – UNIFEI Itajubá (MG): redução de riscos sanitários em comunidades rurais.
  • ReFio – UFU (MG): aquaponia de baixo custo para produção de alimentos e uso eficiente de recursos.
  • Lumina – UFRJ (RJ): materiais pedagógicos inclusivos feitos com resíduos plásticos.
  • Iguatu – USP São Carlos (SP): aquecedores solares baratos para famílias vulneráveis.
  • Sol Novum – USP São Francisco (SP): aulas gratuitas de português para imigrantes e refugiados.
  • Tecnus – Facamp (SP): combate à exclusão digital com soluções tecnológicas sustentáveis.

Na prática, o recado é simples: quando universidade, inovação e impacto social se encontram, nasce projeto que não fica só no PowerPoint. É aquela energia de “bora fazer acontecer” que sai da sala de aula e chega direto na comunidade. E convenhamos, ver estudantes criando soluções para problemas reais é muito mais vibe futuro do que qualquer trend passageira.

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