Quem curte deixar o setup no modo “nível máximo” ganhou mais uma opção para colocar na mesa. A Razer, marca mundialmente conhecida pelo universo gamer, anunciou a nova linha Razer Mako, formada por caixas de som compactas para desktop que chegam com uma proposta bem direta: entregar áudio mais encorpado, graves profundos e aquela iluminação Razer Chroma™ RGB que já virou praticamente figurinha carimbada nos setups gamers.
A nova família conta com dois modelos: Mako e Mako X. A ideia é simples: oferecer mais imersão sem transformar a mesa em uma verdadeira estação espacial. O Mako aposta em uma experiência 2.1 com subwoofer dedicado, enquanto o Mako X traz uma configuração 2.0 em um formato ainda mais compacto.
“A linha Mako é voltada aos gamers que querem um som que preencha o ambiente em um formato compacto”, explica Barrie Ooi, head da Divisão de PC Gaming da Razer. Segundo ele, os drivers ajustados sob medida, os graves e o surround virtual 7.1 foram pensados para dar mais presença a jogos, músicas e filmes, enquanto o Razer Chroma RGB amplia a ambientação para além das próprias caixas.
Mako: pequeno no tamanho, gigante na presença

O Razer Mako é o modelo para quem quer aquele áudio mais parrudo no desktop. O conjunto traz dois drivers full-range de 2,75 polegadas combinados com um subwoofer dedicado de 3,5 polegadas voltado para a frente, formando um sistema 2.1 canais.
Na ficha técnica, são 40 W RMS e até 60 W de potência de pico, com resposta de frequência que chega a 45 Hz. Traduzindo para o idioma gamer: a promessa é de graves mais presentes para dar aquele peso extra em explosões, trilhas sonoras, filmes e músicas.
O design inclinado foi pensado para direcionar o áudio para a altura dos ouvidos, enquanto o surround virtual 7.1 amplia o palco sonoro e busca deixar a experiência mais imersiva.
E, claro, não poderia faltar RGB. O Razer Chroma RGB utiliza projeção traseira para espalhar a iluminação pelo ambiente, com 16,8 milhões de cores e efeitos reativos em mais de 300 jogos integrados ao ecossistema Chroma. Ou seja: o setup pode ficar no modo “show de luzes” sem precisar colocar um carnaval inteiro em cima da mesa.
Na conectividade, o USB-C concentra energia e áudio em um único cabo. Quando conectado a uma fonte USB-C compatível de 30 W ou mais, o Mako pode contar com maior potência. Também há Bluetooth 5.3 e conexão de 3,5 mm para quem prefere outras formas de ligar o equipamento.
Mako X: para quem quer economizar espaço na mesa

Já o Razer Mako X segue a mesma filosofia, mas aposta em um formato mais compacto e uma configuração 2.0 canais.
O modelo utiliza drivers full-range de 2,75 polegadas, acompanhados por radiadores passivos integrados que ajudam a ampliar a resposta dos graves dentro do gabinete. O resultado chega a 30 W RMS e 45 W de potência de pico, com resposta de frequência de até 60 Hz.
O Mako X também foi pensado para setups mais versáteis e pode funcionar com alimentação USB padrão de até 15 W. Com uma fonte USB-C compatível de 30 W ou mais, é possível obter maior potência de saída.
Mesmo sendo menor, a proposta continua sendo entregar graves encorpados e áudio mais imersivo. O design inclinado direciona o som para a altura dos ouvidos e o surround virtual 7.1 amplia o palco sonoro.
No departamento RGB, a pegada é mais discreta. O Razer Chroma RGB aparece na parte inferior em 10 zonas de iluminação, criando um brilho suave sob as caixas. É aquele esquema: menos “olha para mim” e mais setup clean, mas com personalidade.
Assim como no Mako, o Mako X conta com USB-C, Bluetooth 5.3 e conexão de 3,5 mm.
Duas caixas, duas propostas para o setup
A nova linha Razer Mako basicamente joga duas cartas diferentes na mesa. De um lado, o Mako entrega uma configuração 2.1 com subwoofer dedicado para quem busca mais presença e impacto nos graves. Do outro, o Mako X reduz o tamanho e mantém a proposta de áudio imersivo em um sistema 2.0.
Nos dois casos, a Razer aposta em drivers full-range de 2,75 polegadas, design inclinado para desktop, surround virtual 7.1, conectividade USB-C, Bluetooth 5.3 e entrada de 3,5 mm.
A diferença também aparece na iluminação: enquanto o Mako usa projeção traseira do Razer Chroma RGB, o Mako X traz iluminação inferior com 10 zonas.
No fim das contas, a proposta é bem aquela que os donos de setup entendem: mais som, mais imersão e menos tralha ocupando espaço na mesa.
Por enquanto, porém, quem está no Brasil vai precisar esperar. Ainda não há previsão de chegada da linha Razer Mako ao mercado brasileiro.
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