Início Marketing & Lançamentos Estágio remoto na SuperFrete: Como a empresa transforma estagiários em líderes

Estágio remoto na SuperFrete: Como a empresa transforma estagiários em líderes

Crédito: Divulgação

Entrar como estagiário e sair com uma carreira encaminhada? É exatamente essa a proposta que a SuperFrete vem construindo para desenvolver jovens talentos em um ambiente de trabalho 100% remoto. A empresa aposta em uma jornada que mistura onboarding, acompanhamento próximo, capacitações, feedbacks e, claro, mão na massa em projetos reais.

Um dos exemplos dessa trajetória é Bianca Alves. Quando chegou à SuperFrete, há quase dois anos, ela ainda não conhecia a área de SEO e nem imaginava que aquele estágio poderia apontar um novo caminho profissional. Ao longo da experiência, passou por diferentes projetos, recebeu capacitações e assumiu responsabilidades maiores até descobrir no SEO uma área na qual realmente queria construir sua carreira.

Quando entrei na SuperFrete, estava assumindo um grande desafio: atuar em uma empresa nova e em uma área da qual eu nunca tinha ouvido falar. Mal sabia eu que essa decisão era apenas o início de uma jornada tão importante para a minha carreira profissional.”

Segundo Bianca, o acompanhamento próximo fez toda a diferença para acelerar seu aprendizado.

Graças a esse plano de desenvolvimento tão próximo e estruturado, tive uma curva de aprendizado muito acelerada e descobri no SEO a minha verdadeira paixão e vocação profissional.”

E ela não é um caso isolado. A SuperFrete vem estruturando uma estratégia para transformar o estágio em uma verdadeira porta de entrada para o desenvolvimento profissional. A ideia é que o jovem não fique apenas naquela lógica de “faz a tarefa e entrega”, mas tenha contato com diferentes áreas, problemas reais do negócio, indicadores e decisões.

REMOTO, MAS COM ACOMPANHAMENTO DE PERTO 👀

Trabalhar remotamente tem várias vantagens, mas também traz um desafio importante para quem está começando: como aprender aquilo que, no escritório, aconteceria naturalmente?

Sabe aquela situação de observar alguém mais experiente trabalhando, ouvir uma conversa importante, perguntar algo rapidinho ou entender o contexto de uma decisão? No remoto, essas experiências não aparecem do nada. Por isso, precisam ser planejadas.

Na SuperFrete, a jornada começa antes mesmo das primeiras tarefas. O onboarding acontece em duas etapas: primeiro, o profissional conhece a cultura, o propósito, os produtos, as ferramentas e o funcionamento da empresa. Depois, mergulha especificamente na área em que vai atuar, conhecendo processos, sistemas, responsabilidades e a rotina do time.

Nos primeiros meses, o acompanhamento é dividido entre liderança, Team Leaders e colegas. A rotina inclui reuniões individuais, feedbacks e apoio constante para entender desafios e próximos passos.

A autonomia também vai aumentando aos poucos. Nada de jogar o estagiário na fogueira e mandar “se vira”. A ideia é assumir novas responsabilidades conforme o profissional demonstra preparo.

Para Fernanda Clarkson, cofundadora e CMO da SuperFrete, o principal ponto do trabalho remoto é transformar em intencional aquilo que poderia acontecer naturalmente no presencial.

O maior risco do trabalho remoto não é a distância, mas a falta de contexto. Quanto mais clareza, acompanhamento e espaço para perguntas, mais rápido o estagiário ganha autonomia e confiança.”

DE ESTAGIÁRIA A SUPERVISORA 🚀

Se Bianca Alves descobriu sua área de interesse durante o estágio, Bruna Andrade mostra que essa jornada também pode chegar à liderança.

Bruna entrou na SuperFrete como estagiária em 2021. Durante sua trajetória, passou por áreas como Sucesso do Cliente e Tecnologia e participou da criação do Service Desk da empresa, em 2023.

Depois, assumiu a supervisão da equipe e também participou do Team Leaders, programa interno criado para preparar profissionais para novas responsabilidades de liderança.

A iniciativa trabalha competências como comunicação, gestão do tempo, escuta ativa e feedback construtivo — habilidades que seguem sendo muito importantes, mesmo em um mercado cada vez mais tecnológico.

O Programa Team Leaders foi transformador na minha trajetória e essencial para a minha transição de carreira. Ele me ajudou a descobrir a paixão por cuidar de pessoas e ver o time crescer junto comigo.”

Ou seja: o estágio pode ser só o começo da história. 👀

MERCADO MUDA E AS COMPETÊNCIAS TAMBÉM

A estratégia da SuperFrete acompanha uma transformação maior no mercado de trabalho. Segundo o relatório Future of Jobs 2025, do Fórum Econômico Mundial, 39% das competências utilizadas pelos profissionais devem mudar até 2030.

Sim, inteligência artificial e tecnologia estão entre os conhecimentos que mais ganham espaço. Mas as chamadas habilidades humanas continuam no jogo pesado: pensamento criativo, resiliência, flexibilidade e agilidade seguem entre as competências mais valorizadas.

E existe um desafio gigante nessa equação: encontrar profissionais preparados para aquilo que o mercado ainda vai exigir.

O próprio Fórum Econômico Mundial aponta a falta de competências como uma das principais barreiras para a transformação dos negócios, citada por 63% dos empregadores.

Nesse cenário, desenvolver talentos dentro da própria empresa deixa de ser apenas um diferencial e pode virar uma baita estratégia para o futuro.

FEEDBACK NÃO É SÓ NO FINAL DO SEMESTRE

Outro ponto importante da estratégia é o acompanhamento contínuo.

Na SuperFrete, as avaliações estruturadas acontecem semestralmente, mas não ficam por aí. Reuniões de 1:1 e feedbacks ao longo da rotina ajudam a entender como está sendo a evolução de cada profissional, quais competências precisam ser desenvolvidas e quais caminhos podem fazer sentido daqui para frente.

O time de People também participa desse processo e, em alguns casos, são utilizados Planos de Desenvolvimento Individual para organizar objetivos e próximos passos.

A lógica é simples: crescimento não acontece apenas porque o calendário virou e o profissional ganhou mais tempo de casa. A evolução leva em conta desempenho, desenvolvimento técnico e comportamental, protagonismo, resultados e preparo para assumir novos desafios.

Para Fernanda Clarkson, ter clareza sobre essa evolução é ainda mais importante para quem está começando.

O estágio precisa permitir que a pessoa enxergue uma evolução. Isso não significa prometer um cargo ou acelerar etapas, mas mostrar o que ela já desenvolveu, quais desafios pode assumir e o que ainda precisa construir.”

Além dos acompanhamentos, a SuperFrete também promove iniciativas como Clube do Livro, Café Super Insights, treinamentos técnicos e comportamentais e momentos de troca de conhecimento entre diferentes áreas.

APRENDER NA PRÁTICA É A REGRA

A proposta é que os estagiários tenham contato com projetos reais desde o começo. Dessa forma, conseguem entender não apenas como executar uma atividade, mas também por que aquilo importa para o negócio.

Fóruns, cerimônias e iniciativas multidisciplinares ajudam a ampliar esse repertório. Conforme o profissional evolui, a complexidade das responsabilidades também aumenta.

Entre os critérios considerados para essa evolução estão desempenho, desenvolvimento técnico e comportamental, protagonismo, resultados das avaliações, capacidade de assumir novos desafios e maturidade profissional.

A jornada de estágio pode durar até dois anos.

No fim das contas, a proposta da SuperFrete é transformar o estágio em algo maior do que uma experiência temporária. É criar um ambiente em que o jovem possa testar possibilidades, descobrir seus interesses, desenvolver habilidades e, quem sabe, construir uma carreira dentro da própria empresa.

TEM VAGA NA SUPERFRETE 👀💼

E para quem está procurando uma oportunidade para começar essa jornada, a SuperFrete está com duas vagas de estágio abertas: Mídias e Reclame Aqui e Relacionamento com o Cliente.

As informações sobre requisitos, atividades e candidatura estão disponíveis nos respectivos links de inscrição.

Oportunidades abertas:

  • Estágio em Mídias e Reclame Aqui
  • Estágio em Relacionamento com o Cliente

No fim, fica aquela lição: ninguém precisa entrar no mercado já sabendo exatamente qual caminho seguir. Às vezes, é justamente colocando a mão na massa que a gente descobre onde quer chegar. 🚀

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