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Rock in Rio 2026 chega ao fim com Twenty One Pilots estreando

Twenty One Pilots no RIR (Reprodução / Instagram @rockinrio)

Depois de sete dias de muita música, encontros, performances, chuva, dança e momentos que já nasceram com cara de história, o festival chegou ao fim neste domingo (13) entregando aquele clássico sentimento de “já acabou? 😭”.

E olha… acabou com chave de ouro. Na estreia do Twenty One Pilots no festival, Tyler Joseph e Josh Dun transformaram o Palco Mundo em um verdadeiro playground, encerrando uma edição que também ficou marcada por estreias, encontros improváveis e apresentações históricas — incluindo a lendária passagem de Elton John e a chegada do K-pop à Cidade do Rock.

Eu posso dizer sem medo: foi uma edição para ficar na memória. 💅✨

MAIS DE 700 MIL PESSOAS PASSARAM PELA CIDADE DO ROCK

Os números impressionam — e muito. Mais de 700 mil pessoas circularam pela Cidade do Rock durante os sete dias de festival. Desse público, 49% vieram de fora do estado do Rio de Janeiro, com fãs de nada menos que 89 países.

No total, foram 190 shows, mais de 1.300 artistas e 45 apresentações internacionais. O impacto econômico chegou a R$ 3,36 bilhões, enquanto o evento gerou 33,9 mil empregos diretos e indiretos e mobilizou cerca de 30 mil pessoas na operação.

É praticamente uma cidade inteira funcionando em modo festival. E, sinceramente? Diva demais. 👑

IVETE SANGALO CHEGA CHEGANDO NO PALCO MUNDO 💥

Crédito: @SHOURICO

A noite começou daquele jeito que a gente já espera de Ivete Sangalo: sem tempo para respirar e com a Cidade do Rock completamente entregue.

Em sua 20ª apresentação no Rock in Rio, considerando suas passagens pelas edições do Rio, Lisboa, Madri e Las Vegas, a cantora levou o espetáculo “A La Sangalo” para o Palco Mundo.

Teve “Macetando”, “Poeira”, “Energia Gostosa”, “Dançando”, “Pequena Eva” e muito mais. E, porque Mainha simplesmente não conhece o conceito de “entregar pouco”, o repertório ainda passeou por músicas como “NUEVAYoL”, de Bad Bunny, e “Corazón Partío”, de Alejandro Sanz.

Eu só tenho uma pergunta: existe alguém que segura a Ivete? Porque eu definitivamente não conheço. 😂🔥

LOLA YOUNG FAZ ESTREIA EMOCIONANTE NO BRASIL

Depois veio Lola Young, fazendo sua estreia no país e provando ao vivo por que os fãs brasileiros já estavam completamente obcecados por ela.

Mesmo debaixo da chuva, o público cantou junto, vibrou e abraçou a artista durante toda a apresentação. Em “Spiders”, Lola ficou visivelmente emocionada ao falar sobre guerras e inteligência artificial antes de definir a plateia brasileira como a melhor de sua vida. 🥹

E para fechar? “Messy”, seu grande hit mundial, transformou a Cidade do Rock em um gigantesco karaokê.

Eu particularmente amo quando o artista chega ao Brasil e percebe que aqui a gente leva o “ser fã” muito a sério. Sem condições. 🇧🇷❤️

HALSEY COLOCA FOGO NO PALCO 🔥

A penúltima atração do Palco Mundo foi Halsey, que fez sua estreia no festival literalmente causando.

Com uma apresentação extremamente performática, a norte-americana desceu até a grade para ficar pertinho dos fãs e ainda comandou um daqueles momentos clássicos de festival ao pedir que todo mundo acendesse a lanterna do celular durante “Without Me”.

O repertório também ganhou versões mais roqueiras, passando por “Hurricane” e “Closer”.

Foi conceito, entrega e, claro, um pouquinho de caos — do jeitinho que a internet gosta. 💅🔥

TWENTY ONE PILOTS FECHA O PALCO MUNDO COM TUDO 🚀

E então chegou a hora deles: Twenty One Pilots.

Em sua estreia no Rock in Rio, a dupla formada por Tyler Joseph e Josh Dun entregou uma apresentação de alta intensidade, misturando rock, produção visual e uma interação completamente fora da curva com o público.

O show começou com “Overcompensate” e passou por sucessos como “Heathens”, “Shy Away” e “Jumpsuit”, além de músicas mais recentes.

Mas o negócio ficou realmente insano quando os músicos foram suspensos pelo público em pequenas plataformas. E sim: no final, eles chegaram a tocar tambores em cima da plateia. 😳

Josh Dun ainda escalou uma estrutura para tocar bateria lá do alto, porque aparentemente tocar bateria normalmente não era uma opção.

E teve mais: Jonathan, segurança do festival e fã da banda, recebeu uma surpresa especial e subiu ao palco para cantar “Ride”.

Eu não sei vocês, mas terminar um festival colocando um fã no palco para cantar com sua banda favorita é muito roteiro de filme. 🥹🎶

PALCO SUNSET TAMBÉM TEVE MOMENTOS PARA CHAMAR DE SEU 🌅

Crédito: @LARAVALENCAN

No Palco Sunset, a programação começou com Carol Biazin convidando Joyce Alane. O encontro reuniu duas vozes da nova geração da música brasileira em uma mistura de pop rock, R&B e referências nordestinas.

Depois foi a vez de Joelma fazer sua estreia no Rock in Rio.

E obviamente teve “Anjo”, “A Lua Me Traiu”, “Passe de Mágica” e aquele momento que já é patrimônio cultural: bater cabelo. 😂💃

A apresentação ainda contou com Viviane Batidão, a Rainha do Tecnomelody, em “Balanço do Norte” e “Vem Meu Amor”.

O Pará veio representado com força e entregou tudo. Sem discussão.

MARINA SENA E CÉU ENTREGAM PERFORMANCE CHEIA DE PERSONALIDADE

Marina Sena também dominou o Sunset com um show performático e cheio de personalidade, mesmo com a chuva insistindo em aparecer.

A cantora passeou por músicas como “Numa Ilha”, “Coisas Naturais”, “Carta de Maria”, “Ouro de Tolo” e uma versão mais lenta de “Por Supuesto”.

A participação de Céu deixou tudo ainda mais especial, com as duas dividindo o palco em “Varanda Suspensa” e “Malemolência”.

E, para fechar em alta, vieram “Carnaval” e “Desmitificar”.

ZARA LARSSON FAZ DO SUNSET UMA PISTA DE DANÇA 💚💛

A headliner do Sunset foi Zara Larsson, que chegou vestida com um top verde e amarelo e entregou exatamente o que prometeu: vocal, carisma, coreografia e muita interação.

Teve até quadradinho, minha gente. 😭💃

A cantora chamou o fã Sayron ao palco e entregou a tradicional camisa grafitada por ela. Depois, veio muito vogue durante “Lush Life”.

Em “Midnight Sun”, a própria plateia virou protagonista, com várias pessoas entrando na trend e levantando os amigos no ar.

Eu diria que Zara saiu do palco deixando um pequeno exército de fãs tentando reproduzir as coreografias. E sinceramente? Justíssimo. ✨

UMA CIDADE TEMPORÁRIA QUE FUNCIONOU NO MODO HARD

O tamanho do Rock in Rio vai muito além dos palcos.

Foram utilizados cerca de 120 quilômetros de fios elétricos, 90 mil m² de grama sintética, 65,85 toneladas de cenografia e mais de 5.136 m² de painéis de LED.

O novo Palco Mundo ainda ganhou um gigantesco telão de 2,4 mil m².

Para atender a multidão, a Cidade do Rock contou com 1.314 banheiros e 168 bebedouros.

O aplicativo oficial chegou a 530 mil downloads, com média de 170 mil acessos diários e mais de 100 mil bebidas vendidas antecipadamente.

Ou seja: não era só chegar, assistir ao show e ir embora. Era uma operação de guerra — mas com glitter. ✨😂

TRANSPORTE TAMBÉM FOI PROTAGONISTA 🚇

Milhares de pessoas também dependeram da estrutura de transporte para chegar e sair do festival.

O BRT Expresso Rock in Rio transportou cerca de 300 mil passageiros, enquanto o metrô registrou aproximadamente 240 mil embarques por dia durante o evento.

Já o Primeira Classe levou cerca de 150 mil pessoas, conectando a Cidade do Rock a mais de 40 destinos.

COMIDA, EXPERIÊNCIAS E ATÉ CASAMENTO 💍🍔

Se teve música, também teve comida — e muita.

A Gourmet Square recebeu mais de 165 mil pessoas, enquanto a Área VIP registrou o consumo de 80 toneladas de comida.

O Rock in Rio Club chegou a receber até mil pessoas simultaneamente e mais de 2,5 mil por dia.

E sim, teve romance no meio dessa loucura toda. Na Capela da Rota 85 foram realizadas 1.260 celebrações do amor, além de quatro casamentos oficiais.

Porque aparentemente o festival não serviu apenas para formar casais no público. Teve gente saindo oficialmente casada. 💅💍

Outra experiência que chamou atenção foi o ECCO, by Lightwire, espetáculo sensorial e imersivo em 360° criado especialmente para esta edição. Mais de 25 mil pessoas passaram pela atração.

Ao todo, as experiências da Cidade do Rock foram vivenciadas por mais de 266 mil pessoas.

ROCK IN RIO TAMBÉM DEIXA LEGADO SOCIAL 🌎❤️

O festival também encerrou sua edição reforçando o projeto Por Um Mundo Melhor.

Na parceria com a Ação da Cidadania, foram contabilizados mais de 866 mil pratos de comida doados até o fim do evento.

Na gestão de resíduos, a Comlurb recolheu aproximadamente 40 toneladas por dia, sendo 80% de materiais potencialmente recicláveis.

Parte desse material foi triada por 22 catadores e 60 catadoras, com seis cooperativas envolvidas e 82 postos de trabalho criados.

E tem mais: o valor da diária paga aos catadores foi 248% maior que o salário-mínimo nacional proporcional ao dia de trabalho.

Ou seja, o impacto do Rock in Rio não termina quando o último acorde toca. ♻️❤️

LEILÃO COMEÇA NESTA SEGUNDA-FEIRA

Para quem gosta de ter um pedacinho do festival em casa, o leilão oficial começa nesta segunda-feira, 14 de setembro, e segue até o dia 25.

Entre os itens estão objetos assinados por 42 bandas e atrações, incluindo guitarras autografadas por Bring Me The Horizon, Foo Fighters e Gilberto Gil, além de camisetas assinadas por Calvin Harris, Nova Twins, João Gomes, NEXZ e HWASA.

Tem vinil, setlist, baquetas e várias outras relíquias.

Então, se a carteira estiver tremendo, eu recomendo respirar fundo. 😂💸

O ÚLTIMO DIA FOI MULTIGÊNERO — COMO O ROCK IN RIO MANDA

Enquanto os palcos principais brilhavam, a Cidade do Rock continuou entregando diversidade em todos os cantos.

No Espaço Favela, Marvvila levou a força do pagode carioca com participações de Amanda Amado, Mannda Lym e Aline Wirley. Depois, Suel revisitou sucessos de sua fase no Imaginasamba.

Para fechar o espaço, Dennis DJ transformou tudo em baile funk com “Malandramente”, “Tá OK” e “Deixa de Onda”, além de uma homenagem a Mr. Catra, participação de Tília e um momento especial com o Coral das Quebradas.

No Supernova, passaram AR Baby, Bruna Black, Sant e Lourena, representando diferentes vertentes da nova música brasileira.

No Global Village, Kynnie apostou em uma apresentação cheia de referências visuais, incluindo uma homenagem a Preta Gil com “Oro”. Lucy Alves transformou o espaço em um verdadeiro forró, enquanto a canadense Haley Smalls fez sua estreia no Brasil.

E, claro, o New Dance Order terminou a edição do jeito que a pista gosta: com música eletrônica até a madrugada. Dawn Patrol, projeto formado por Maz, Antdot, Riascode e Bakka, abriu a programação, seguido por Illusionize, Roddy Lima e John Summit, que fechou a noite.

E AGORA, COMO EU FICO? 😭🎸

Eu poderia ficar horas falando sobre tudo o que aconteceu no Rock in Rio 2026, mas uma coisa ficou muito clara: o festival continua sabendo transformar música em experiência.

Foram sete dias, mais de 700 mil pessoas, 190 shows, mais de 1.300 artistas, encontros improváveis, estreias, chuva, lágrimas, dança, memes, gritaria e aquele sentimento coletivo de que, por alguns dias, a Cidade do Rock realmente vira outro universo.

Da emoção de Elton John à energia de Ivete Sangalo, passando pela estreia de Lola Young, Halsey, Twenty One Pilots, Joelma e Zara Larsson, o Rock in Rio 2026 entregou uma edição com sotaque brasileiro, espírito global e muita história para contar.

Agora acabou.

Ou melhor… acabou por enquanto, porque a gente sabe como é: amanhã já começa a saudade, os vídeos vão aparecer no feed, os melhores momentos vão virar edit e alguém vai postar “eu vivi isso aqui”. 😂

E eu? Bom… já estou com saudade. 🥹❤️🎶

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