A Rainha dos Baixinhos literalmente colocou Curitiba para viajar no tempo! Neste sábado (26), cerca de 40 mil pessoas lotaram a Arena da Baixada para acompanhar o espetáculo “O Último Voo da Nave”, de Xuxa Meneghel. O resultado? Uma noite daquelas que mexem com a memória afetiva e fazem muita gente adulta voltar a ser baixinho por algumas horas. 🥹✨
Aos 63 anos, Xuxa revisitou diferentes momentos de sua carreira em um palco 360 graus, reunindo músicas que marcaram as décadas de 1980, 1990 e 2000. Teve nostalgia, coreografia, figurino, projeções e, claro, muita música que o público sabe cantar de cor até hoje.
🚀 A nave saiu da TV e ganhou o estádio

Um dos grandes momentos da noite foi quando a famosa nave sobrevoou o público. O que durante anos existiu principalmente nos cenários dos programas infantis de Xuxa agora ganhou uma versão gigante e tomou conta da Arena da Baixada.
A cena não estava ali por acaso: ela é praticamente o coração da turnê e dá sentido ao “Último Voo da Nave”. Com iluminação, projeções, bailarinos e trocas de figurino, o espetáculo reconstruiu diferentes fases da trajetória da apresentadora e transformou o estádio em um verdadeiro parque de memórias.
E convenhamos: se a fantasia sempre foi uma das marcas da carreira de Xuxa, nada mais justo do que levar essa ideia para outro nível. A nave que antes cabia na televisão agora voou sobre milhares de pessoas. 🚀
🎶 Quatro décadas de hits no mesmo palco

Quem esperava apenas uma viagem pelos tempos de Xou da Xuxa ganhou uma retrospectiva bem mais completa. O repertório passou por diferentes momentos da carreira, incluindo sucessos como “Doce Mel”, “Tindolelê”, “Ilariê” e “Lua de Cristal”, além de músicas ligadas ao Planeta Xuxa e a outros projetos da artista.
A fase Xuxa Só Para Baixinhos também marcou presença com “Cinco Patinhos”, “Txutxucão”, “Estátua” e “Soco, Bate, Vira”.
Ou seja: tinha música para praticamente todo mundo. Quem cresceu nos anos 1980, quem acompanhou Xuxa nos anos 1990 e quem conheceu a artista nos anos 2000 encontrou seu momento de nostalgia no show.
Foi quase um “quem viveu, viveu” coletivo. 😅
👑 As Paquitas também voltaram ao centro da história
E se tem Xuxa, tem Paquitas! Treze ex-Paquitas de diferentes gerações participaram da estreia e protagonizaram um dos momentos mais emocionantes da apresentação.
O reencontro trouxe de volta músicas como “Fada Madrinha”, “Sonho de Verão”, “Trocando Energia” e “Pra Sempre Paquitas”, além dos figurinos e coreografias que ficaram marcados na cultura pop brasileira.
Para quem cresceu acompanhando os programas, foi aquele tipo de momento que bate direto na memória. Os rostos que estavam diariamente na televisão décadas atrás apareceram novamente lado a lado no palco.
Mais do que uma participação especial, o reencontro mostrou que contar a história de Xuxa também significa lembrar das pessoas que fizeram parte daquele universo.
💫 O show que não depende apenas da voz
A apresentação também reforçou uma característica que acompanha Xuxa desde o começo de sua trajetória: sua capacidade de se conectar diretamente com o público.
O espetáculo aposta na presença da artista, na comunicação, nas coreografias e na participação da plateia. E não precisa de muito para fazer milhares de pessoas cantarem juntas: basta aparecer uma música conhecida, um personagem ou algum elemento clássico para a arquibancada entrar no clima.
É aquela conexão que atravessa gerações e mostra como determinados símbolos da carreira de Xuxa continuam vivos na memória de quem cresceu acompanhando seus programas.
🌙 ‘Lua de Cristal’ coloca a Arena para cantar junto

E aí chegou aquele momento em que o coração não aguenta. No último ato, antes de cantar “Lua de Cristal”, Xuxa fez um discurso defendendo respeito e inclusão.
A artista se posicionou contra a homofobia, o racismo, a misoginia, o etarismo e o capacitismo, reforçando uma mensagem de combate ao preconceito e respeito às diferenças.
Quando os primeiros acordes de “Lua de Cristal” começaram, a Arena da Baixada virou um gigantesco coral.
Milhares de vozes cantando juntas uma música que atravessou décadas e continua fazendo parte da memória afetiva de diferentes gerações. No fim das contas, “O Último Voo da Nave” não foi apenas uma viagem pela carreira de Xuxa — foi também uma viagem pela infância de quem cresceu cantando, dançando e sonhando com aquela nave que agora, décadas depois, ganhou o céu de um estádio inteiro.
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