É oficial, galera: o fim de uma era tá chegando com peso máximo! Depois de mais de quatro décadas destruindo tudo no metal mundial, o Sepultura prepara seu último capítulo com o EP “The Cloud of Unknowing”, que chegou nas plataformas digitais no dia 24 de abril via ONErpm. E não é qualquer despedida não, viu? Estamos falando de uma trajetória INSANA, com mais de 40 anos de estrada, 14 discos de ouro e shows em mais de 80 países. É o Brasil sendo representado lá fora com atitude e sem pedir licença! 🇧🇷🔥
Mesmo ainda na ativa com a turnê de despedida “Celebrating Life Through Death”, a banda se fez aquela pergunta de milhões: como fechar esse ciclo de forma épica? A resposta veio na vibe mais roots possível: criar, sentir e registrar um último momento criativo, sem pressão, só deixando a música fluir.
Pra isso, os caras colaram no lendário Criteria Studios, em Miami, um lugar histórico que já recebeu gravações icônicas de vários estilos. Em apenas dez dias, junto com o produtor e parceiro de longa data Stanley Soares, o EP ganhou forma de maneira totalmente orgânica, tipo aquele freestyle de responsa.
O guitarrista Andreas Kisser resumiu bem o clima: zero pressão, zero cobrança, só criação pura. Teve até influência jazzística do batera Greyson Nekrutman entrando no som, trazendo uma nova vibe pro som da banda. Resultado? Um projeto sincero, visceral e cheio de identidade.
O nome “The Cloud of Unknowing” vem de um conceito antigo que questiona essa ideia de que precisamos de rituais ou símbolos pra ter conexão espiritual. Basicamente: menos firula, mais essência. Aquela filosofia que bate forte, tá ligado?
O EP chega com quatro faixas que mostram TODAS as camadas do som do Sepultura. Desde o peso brutal de “All Souls Rising”, com uma pegada grandiosa quase orquestral, até a vibe mais introspectiva de “Beyond the Dream”, que surpreendeu geral por ser uma balada — algo que a banda sempre quis explorar, mas nunca tinha encaixado do jeito certo.
Aliás, essa faixa ainda vem com participação de peso: Tony Bellotto e Sérgio Britto, dos Titãs. Sim, simplesmente lendas da música brasileira somando nesse momento final. Segundo Andreas, foi tipo reunião de família, daquelas que dá orgulho.

Já “All Souls Rising” traz uma reflexão pesada sobre união e transformação social, inspirada na rebelião de escravos no Haiti. Enquanto isso, “The Place” mergulha em temas como imigração, identidade e manipulação social, mostrando que o Sepultura segue afiado nas críticas e nas ideias.
No fim das contas, “The Cloud of Unknowing” não é só um EP… é um adeus carregado de significado. Cru, honesto e sem filtro, do jeitão que sempre foi a banda. Um último grito antes do silêncio — e que silêncio, hein.
O EP já tá disponível em todas as plataformas digitais, então já sabe: dá o play e sente essa despedida histórica. 🎧🔥
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